quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Relatório das aulas 53 e 54

Sofia Trindade
Nº21 10ºE

Relatório de Aula

Aulas nº 53 e 54
04-01-2010

Visto que iniciámos agora o segundo período do ano lectivo, a docente deu início à aula com um pequeno resumo oral da matéria dada nas últimas aulas do primeiro período. Após ter enunciado o sumário, começou por questionar os alunos sobre o que era a Axiologia.
Em seguida, procurámos a diferença entre a definição de valor e de facto. Seguindo este tema, recordámos que a valoração é a atribuição de um valor a um facto.
Juízo de valor é um conceito que se distingue do conceito de Juízo de facto. O exemplo “a casa é verde” exprime um juízo de facto, pois é algo que podemos comprovar. No entanto, se dissermos que “a parede é bonita”, estamos a referir-nos a um juízo de valor, pois é algo pessoal que não pode ser considerado nem verdadeiro nem falso.
Seguidamente, a professora enunciou os objectivos traçados para esta aula, tendo presente, como pontos fundamentais: a identificação dos tipos de valores, o reconhecimento dos valores como hierarquizáveis e do problema da natureza dos valores.
Após a enunciação dos objectivos de aula, começámos por realizar o primeiro objectivo traçado, começando por fazer o reconhecimento da Tábua de Valores de Max Scheler, que consistia em vários tipos de valores, tais como, os valores religiosos, os valores éticos ou morais, estéticos, lógicos, vitais e úteis.
A docente prosseguiu a aula com a elaboração de um exercício que nos foi proposto, que consistia na identificação do tipo de cada juízo de valor que se seguia nas 6 frases enumeradas.

Concluído o exercício proposto pela professora, demos inicio à realização do objectivo de aula seguinte – reconhecer os valores como hierarquizáveis. Os valores são hierarquizáveis porque podem ser reconhecidos como tendo mais valor do que outros mas isso pode variar de pessoa para pessoa.
Após termos terminado o segundo objectivo definido para a aula, prosseguimos para a leitura do texto 3, que podemos encontrar na página 84 do manual, que nos fala precisamente dos diferentes valores hierarquizáveis, variáveis de pessoa para pessoa. Assim sendo, aquilo que para uma pessoa pode ser algo imensamente importante, como um quadro valioso, para outros, um simples livro de biblioteca pode ser bem mais destacável e essencial.
Este texto relata-nos os diferentes valores que se verificam entre optar por salvar a vida de uma criança, num incêndio, e um quadro que é uma obra de arte mundialmente reconhecida e apreciada.
Após a leitura deste mesmo texto, abriu-se uma discussão entre os alunos da turma e a professora, em que ambos deram a sua opinião e criticaram, de várias formas, o que seriam, para casa um, os importantes valores. Assim, concluímos que a forma como atribuímos um determinado valor a algo, depende de cada pessoa e, até mesmo, da sua maneira de ser. E que a nossa hierarquia de valores está na base das nossas escolhas.
Posteriormente à discussão do texto, atribuímos o significado de ordenar à palavra hierarquia. Concluímos, assim, que a hierarquia dos valores seria, então, a ordenação de valores, segundo o seu grau de importância das nossas vidas.
Por fim, a docente concluiu a aula ditando-nos os trabalhos de casa.

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